Software de Gestão do Conhecimento para Trabalhos Acadêmicos

Clique AQUI para mais informações!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Fiesp e Alesp se unem para instalar frente parlamentar contra a guerra fiscal (Precisamos fazer frente aos governos petistas e esquerdistas que usam da carga tributária para patrocinar imoralidades e sodomismos - Nota deste Blogger)

Criação será no Seminário "Guerra Fiscal: uma batalha sem vencedores", que acontece no dia 30 de junho, na Assembleia Legislativa de São Paulo

A maioria dos mecanismos tributários usados para atração de investimentos diretos nacionais e estrangeiros são tão conhecidos quanto inconstitucionais no Brasil. Prática sistemática, a concessão desses “incentivos” nas alíquotas de ICMS reduzem a arrecadação de uns e levam desemprego a tantos outros, com visíveis danos à concorrência e à produção brasileiras.

Em tempos de dólar barato, torna-se comum outra prática tão ilegal quanto essa, só que mais danosa: a chamada guerra dos portos. Por meio dela, perde-se não só arrecadação no Brasil, mas também muitos empregos locais. Postos de trabalho que poderiam ser de brasileiros vão para outros países, já que essa modalidade de “incentivo fiscal” facilita e barateia a importação, destruindo a cadeia produtiva nacional.

Como funciona
Quando um produto importado chega ao País, um determinado estado oferece benefícios fiscais para que a carga seja desembaraçada no seu porto, antes que siga para o destino final. Como o mesmo tratamento não é dado ao produto similar nacional, essa prática se torna predatória para a indústria brasileira, por alterar as condições concorrenciais de forma desvantajosa para o “made in Brazil”.

“Se não bastassem esses juros absurdos, tributos nas alturas e dólar barato, temos de lutar contra estados que querem favorecer importações que já estão absolutamente favorecidas pelo cenário macroeconômico. Isso é uma ilegalidade e um verdadeiro atentado contra a indústria nacional”, afirma Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). “Não queremos nenhum favor, apenas isonomia tributária entre o produto nacional e o importado”, defende.

O seminário
Para discutir essa questão, a Fiesp e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) promoverão nesta quinta-feira (30) o Seminário “Guerra Fiscal: uma batalha sem vencedores". O evento contará com a participação de representantes dos poderes executivo e legislativo, além de lideranças sindicais e empresariais. Serão realizados dois paineis específicos sobre o tema e, no encerramento, Fiesp e Alesp instalarão a Frente Parlamentar para o Fim da Guerra Fiscal.

ICMS
O seminário também vai propor o rebaixamento da alíquota interestadual de ICMS, de 12% para 3% para todos os estados – tanto para produtos nacionais quanto importados. Os 9 pontos percentuais descontados na origem da mercadoria (no caso dos importados, os portos) seriam recolhidos no destino (estado onde o produto chegará ao consumidor final).

Essa medida não levaria a nenhuma perda de arrecadação ao País e ajudaria a reduzir o espaço e o interesse dos estados pela guerra dos portos. Igualando as alíquotas de origem, não haveria ganho de uns em detrimento de outros, já que todos pagariam igualmente. Por ser bem baixa (3%), a alíquota reduz significativamente a margem para acordos de redução de ICMS.

Serviço
Seminário "Guerra Fiscal: uma batalha sem vencedores"Data: 30 de junho de 2011
Horário: Abertura 9h / Encerramento 13h
Local: Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo / Espaço Juscelino Kubitschek
Av. Pedro Álvares Cabral, 201 – São Paulo, SP

Fonte: http://www.fiesp.com.br/agencianoticias/2011/06/21/fiesp_alesp_frente_parlam_contra_guerra_fiscal.ntc?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=indusletter_423&utm_content=fiesp_alesp_frente_parlam_contra_guerra_fiscal

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com


Agência Indusnet Fiesp

Quando matar não é nem crime nem pecado

Quando matar não é nem crime nem pecado

Quando matar não é nem crime nem pecado -
 
Por Fábio Correia
 
Ao contrário do que muitos pensam, o 6º mandamento - "Não matarás" - não é uma tácita e absoluta proibição de matar, independentemente da situação.
 
Ou seja, em determinados casos não é pecado matar. Em determinadas situações é até necessário e recomendável matar. Pode parecer paradoxal, mas o principal objetivo do 6º mandamento é proteger a vida. Sem essa Lei de Deus escrita e gravada no coração do homem não sobraria ninguém pra "contar a história". Ou seja, os homens se matariam uns aos outros.
 
A proibição é para que o cidadão, individualmente, não tire a vida do outro de forma banal, isto é, para que ele não cometa assassinato, não faça justiça com as próprias mãos e sem um julgamento justo e competente. Matar alguém significa sempre e necessariamente ter cometido um assassinato? Evidentimente que não. Isso parece já ter ficado claro.
 
A palavra assassinato está diretamente relacionada a crime. Matar alguem em legítima defesa, por exemplo, não é um crime, logo, não é um assassinato. Mas há outras situações em que matar não se constitui nem crime nem pecado. Numa guerra justa, por exemplo, matar o inimigo também não constiui um erro, um crime, um pecado.Para ilustrar o título dessa postagem, utilizaremos o desfecho trágico de uma tentativa de assalto a uma farmácia, na cidade de Garanhus, no agreste Pernambucano, no dia 14/03/11. Veja no dramático vídeo abaixo:O policial que salvou a vítima e MATOU o marginal com um tiro certeiro na cabeça cometeu um assassinato? Incorreu no pecado contra o 6º mandamento, que ordena "não matar"? Evidentemente que não.
 
Ninguém o acusará disso, antes, pelo contrário, o policial, provavelmente, será condecorado. Ele era um legítimo representante do Estado naquele momento. Essa morte não deve ser creditada na sua conta pessoal e sim na do Estado que nada mais estava fazendo que o seu papel de "proteger" a vida de seus cidadões.O policial puxou o gatilho da arma, mas não cometeu nenhum crime. Nem mesmo incorreu em desobediência ao 6º mandamento.
 
Erraria se fosse omisso e se essa omissão culminasse com o marginal tirando a vida da vítima. Isso deixa claro que nem sempre "matar é um crime ou pecado".
 
Matar para proteger a própria vida, de uma vítima indefesa e de toda a coletividade é, inclusive, louvável.
 
Nesse sentido, chamamos a atenção para a legitimidade e responsabilidade do Estado em elimiar assassinos cruéis, frios e calculistas, após justo julgamento, prestigiando e protegendo a vida da coletividade.
 
O filósofo Tomaz de Aquino costumava dizer que "assim como é justo amputar um membro do corpo que foi acometido por um câncer para salvar todo o resto, também justo é elimiar certos elementos para proteger e preservar toda a sociedade".Por tudo isso e por entender que existe farta prova escriturística que ensina acerca da necessidade e da responsabilidade do Estado em proteger as pessoas, inclusive utilizando, se necessário, o "poder de espada", é que sou A FAVOR da implantação da PENA CAPITAL no Brasil, sem desconhecer, evidentemente, que mudanças precisariam ser feitas e, talvez, até mesmo outra constituição.
 
Penso que é o único meio lícito de se promover e satisfazer o desejo de justiça nos casos de assassinatos com requintes de banalidade e crueldade. Matar e ficar "apenas preso", ainda que perpetuamente, definitivamente não é justiça na mesma proporção do crime praticado.
 
 Se quiser conhecer mais sobre o que a bíblia ensina sobre a PENA DE MORTE:http://www.eleitosdedeus.org/categorias/pena-de-morte.html
 
Fonte: Filosofia Calvinista
 

Decisão do STF – DIREITO DE PECAR?!

Decisão do STF – DIREITO DE PECAR?!

Decisão do STF – DIREITO DE PECAR?!

por Rev. Josafá Vasconcelos

Estive lendo alguns blogs, de colegas, bem como manifestações de entidades religiosas de cunho evangélico, que apóiam a decisão do STF, sobre a união estável dos homossexuais, como sendo um direito legítimo de uma classe minoritária.

Alegam que discordam do homossexualismo, mas que, os que escolheram essa opção devem usufruir da liberdade de existir como qualquer outro seguimento da sociedade.

Confesso que até eu, a princípio, ponderei que fosse razoável pensar assim; contudo examinando as Escrituras, lendo esses pronunciamentos, acompanhando os debates e orando, vi que esse modo de pensar está totalmente errado e completamente contrário ao bom senso e ao que ensina a Palavra de Deus, pelas seguintes razões:

1. Por causa da Glória de Deus.

O pecado avilta a glória de um Deus santo. Deus é santo, e nada irá diminuir a Sua santidade.

Nossos pecados não diminuem nem um milímetro da Sua glória, mas o propósito do diabo é o descontentamento de Deus por ver criaturas suas, tão preciosas, criadas à Sua Imagem, profanando Seu Nome diante da Sua face.

Como podemos aceitar isso? Não podemos proibir homens e mulheres de serem homossexuais, prostitutas, viciados, alcoólatras, etc. e de afrontarem a Deus com sua práticas, mas podemos lutar para que não tenham as facilidades da lei para fazê-lo.

Temos que lutar para impedir que a podridão avance; não é isso que o sal faz? Eles precisam saber que é porque amamos a Deus, acima de tudo, que não podemos concordar que continuem a blasfemar do Seu santo nome, do contrário, não poderíamos orar de sã consciência a oração do Pai Nosso, “Santificado seja o Teu Nome”.

Cristo amou os pecadores, mas jamais negociou seu objetivo maior que era glorificar o Pai. A decisão do STF, avilta, insulta, afronta e depõe contra a glória de Deus.

2. Porque ninguém tem o direito de pecar.

Não existe tal direito. O pecado é uma ofensa ao Deus o Criador, é um insulto aos céus. O homem foi criado para a glória de Deus e para obedecer seus mandamentos, não havia outra opção no Éden e nem há agora, a única é obedecer, fora disso, morte! Não há tolerância da parte de Deus para os que rejeitam seus mandamentos.

Os sofrimentos de Cristo, o cálice da Ira que Ele teve de beber, a agonia e o pavor da morte que sentiu no Getsêmani, mostram como Deus trata o pecado.

Portanto, Ele não dá aos homens o direito de pecar, ao contrário, por causa do pecado, constitui-se inimigo do pecador, e não lhes dará sossego, serão atormentados o tempo todo pela, “norma da lei escrita em seus corações testemunhando-lhes a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-os…” , pelo Espírito Santo, que contende com o espírito do homem (Gn 6:3), pelos flagelos, que são conseqüência do próprio pecado, e até pelo Diabo, que acaba sendo um instrumento nas mãos de Deus, “peneirando-os” para ver se alguns deles, através do sofrimento, encontram arrependimento e sejam salvos no dia do juízo (1 Co 5:5); tudo Deus faz para atormentá-los, sem lhes dar trégua, a fim de saberem que ninguém têm o direito de viver na face da terra em rebeldia contra Ele.

Essa aflição contínua, ainda é uma oportunidade misericordiosa da parte de Deus, na expectativa que se voltem para Ele, pois já há muito deveriam ser destruídos, como diz as Escrituras: “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos…” (Lm 3:22).

Por essa razão, não podemos apoiar nada que possa favorecê-los em seus pecados. Aprendemos muito com o Senhor Jesus sobre como devemos nos compadecer de pecadores, mas não encontramos nada na Bíblia que nos ensine a apoiar a institucionalização da prática do pecado. Ele disse a mulher pecadora, eu te perdôo, mas imediatamente disse. “VAI E NÃO PEQUES MAIS”.

3. Porque os amamos.

Se os amamos, aí é que devemos cooperar para o seu desconforto. A melhor forma de demonstrar nosso amor, é odiar e condenar aquilo que os subjuga e os destrói. Eu percebo que esses irmãos dos blogs, estão preocupados em não serem injustos com essas minorias, “descriminadas e desfavorecidas”, mas, seria o caso de favorecer para que pequem mais confortavelmente, com direitos garantidos?

E seria essa a forma, de exercer piedade para com eles? Certamente que não. Ao contrario, os “amigos” que apóiam essa união infame, estão sendo cruéis e desalmados.

Se você sabe que existe um inferno e crê que ele é um lugar de “trevas e ranger de dentes, onde seu bicho não morre e o fogo nunca se apaga…”, se você sabe que as escolhas que esses queridos fizeram os leva a passos largos para a perdição eterna num “lago que arde com fogo e enxofre” e, mesmo assim, deixa de advertí-los, e pior, apóia e favorece o que lhes aumentará o juízo: Sinto muito, mas você não os ama!

Não seria melhor ser honesto e dizer a eles: “Eu amo vocês, estou pronto a ajudar e apoiar qualquer coisa que possa livrá-los dessa situação, mas de sã consciência, pelo que creio ser verdade absoluta, não posso cooperar com o seu pecado.

 O conforto desta união estável, e a solução que isso possa trazer para resolver todos os problemas temporais, lhes resultará em mais juízo e maior tormento na eternidade, dessa forma, sinto, eu os amo: não posso apoiar”?

4. Porque o Estado é Ministro de Deus.

Estão dizendo: “mas o Estado tem que regular o mal que já existe, não tem jeito”. Até citam textos, para justificar, como o de Salomão aceitando a condição das prostitutas ao julgar o caso do bebê de uma delas (formando doutrina de um fato descritivo) e o de José que teria sustentado os Sacerdotes de Osíris, (como se não fosse o segundo no reino, porque se fosse o primeiro os teria imediatamente expulsado) ou Daniel, que governou admitindo todos os problemas de um reino pagão, contudo, seja qual for a interpretação, não poderá contradizer o que está claro sobre qual é a vontade de Deus para o Estado.

Os Ministros do Supremo Tribunal, a Presidente e todas as autoridades constituídas em poder, deveriam saber, e se não sabem, temos profeticamente de ensiná-los, que eles são Ministros de Deus, por Ele instituídos para o bem da sociedade.

Para promover o bem e reprimir o mal (Rm 13:1-7). É dever dos magistrados, exercer em nome de Deus toda autoridade contra tudo que ameaça a sociedade e não favorecer. Serão responsabilizados pela aprovação de leis como: Divórcio por qualquer motivo, legalização do aborto em caso de estupro, da maconha, etc.

Ora, a história é testemunha, de que grandes civilizações foram aniquiladas e desapareceram do mapa por causa da degradação moral, tendo o homossexualismo como o componente mais importante e fator predominante para a destruição daquelas sociedades. São tão inteligentes, tão cultos, e não aprenderam isso?

Nós, no entanto, sabemos pela história e pelo relato bíblico o fim que tiveram Sodoma e Gomorra. Dessa forma, somos indesculpáveis e estaremos pecando se concordarmos com o Estado quando aprova, contra Deus, o direito de pecar, porque toda vez que isso acontece o Estado se torna em nome de Deus, ministro do pecado, e nós seus cúmplices.

Conclusão

Como Igreja, não podemos agir de modo contrário à vontade de Cristo o cabeça do corpo, cujo propósito maior, que lhe consumia a alma era fazer a vontade do Pai, “Ele, porém, lhes disse: Uma comida tenho para comer, que vós não conheceis”; “… disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra”, “glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer”. Por isso não podemos negociar, por nada desse mundo, a Glória de Deus!

É isso que deveria nos consumir também, afinal esse é o fim principal do homem, segundo o nosso Símbolo de Fé.

Qualquer coisa que venha a ameaçar essa glória, mesmo que possa ferir ou magoar alguém muito querido, não pode extinguir o zelo em nosso coração pela glória de Deus.

Fonte: Eleitos de Deus

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

MACONHA, DIGA NÃO! (apesar da imoralidade do STF e Fernando Henrique)

MACONHA, DIGA NÃO!

"Querem confundir a opinião pública" alerta Coordenadora da campanha "Maconha Não" Marisa LoboA psicóloga cristã e coordenadora da campanha “Maconha Não”, comentou recentemente em artigo o que está por detrás de tanto empenho para a liberação da maconha. Segundo ela, as ações impostas na mídia geral visam confundir a opinião pública.Leia alguns trechos do artigo que também alerta sobre os malefícios do uso da droga.

O que está por detrás de tanto empenho para a liberação da maconha?

O que os movimentos FHC e MARCHA DA MACONHA tentam com as últimas matérias postadas na internet na mídia em geral, é confundir a opinião pública , minimizando estes efeitos negativos e os riscos reais incontestáveis, na tentativa de aliviar a gravidade do uso para chegar então ao objetivo final da liberação.

Esse ato não passa de um golpe político-financeiro por parte de multinacionais, que já estão a postos esperando a liberação, para transformar, com a desgraça da família do indivíduo, a maconha em uma grande fonte de lucros que superará a do cigarro e do álcool, e as custa de seu filho, seu aluno, seu ente querido. Uma pergunta que não quer calar de onde está vindo esse dinheiro do Senhor FHC?

Comprovadamente a maconha faz muito mal a saúde física e mental não só do sujeito como do social .

Além de todos os prejuízos físicos do cigarro contem todas as substâncias psicoativas que perturbam a cognição pensamento além dos risco de transito induzidos pelo álcool, levando se em conta o uso recreativo que é o maior causa do pedido de descriminalização seria imprudente infantil legalizar e/ou regulamentar mais uma droga pois poderíamos triplicar todos os problemas pessoais, familiares, sociais de saúde pública e de segurança pública que nosso país vem enfrentando além de uma questão indiscutível que é o acesso dos nossos adolescentes que já estão sujeitos a drogas nas portas da escola esses ,estariam muito mais expostos sujeitos a aumentando assim o vício.

SAÚDE FISICA E PSICOLÓGICA CRISE AMOTIVACIONALA maconha, afeta a memória, pensamento lógico a percepção, a coordenação motora, a cognição, empobrece os neurônios, diminui a capacidade de raciocínio e pode desencadear a esquizofrenia , problemas emocionas etc.

A crise amotivacional provocada pela maconha em adolescentes crianças e jovens, já seria motivo suficiente para não regulamentação da descriminalização, pois impede o crescimento mental de nosso jovens e afeta diretamente desempenho escolar .

MEDICAMENTOS Existem medicamentos testados em laboratório e aprovado pelo ministério da saúde, com propriedades medicinais muito mais intensas e seguras que a maconha, não havendo necessidade de colocar a população em tamanho risco , além do que os efeitos negativos cognitivos,físicos , motor, perturbadores , não justifica seu uso LIBERAÇÃO DO ÁLCOOL E CIGARRO

O cigarro e o álcool são evidencias que a legalização da droga não funciona. Hoje estamos encurralados com o vicio do álcool. Financeiramente nosso país está vivendo as consequências devastadoras desse vício.

Fumantes custam 338 milhões somente no tratamento do S.U.S gastos com a conseqüência do uso e abuso do cigarro, fora mortes , prevenção etc

PENSAMENTO PERVERSO

Quem financia o tráfico é o usuário de droga, quem estimula o vício são essas campanhas da descriminalização que tratam a maconha como droga leve, sem levar em conta o poder do vício e ás consequências de quem não sabe ainda se defender (crianças), isso expõe inocentes ainda mais às droga.

O TRÁFICO NÃO ACABARÁ

O tráfico não depende somente da maconha para sobreviver ela é apenas uma, liberar a maconha não abalará o tráfico, todavia, aumenta o tráfico e incentiva o uso de outras drogas mais pesadas.

Nem a prisão do maior traficante dos últimos tempos pela Equipe do Delegado Federal hoje Deputado Franscischini afetou o tráfico internacional ou seja, a maconha é muito pequena perto do universo chamado drogas .

POTÊNCIA DA MACONHA

A maconha de hoje é 10 vezes mais potente que a maconha de ontem , causando muito mais dependência.

CAUSA CÂNCER SIM

A maconha pode causar, assim como o cigarro, que mata mais que qualquer doença ou acidente por ano, pois suas substâncias se assemelham em sua composição (nicotina, alcatrão, monóxido de carbono, benzeno e tolueno nas fumaças dos cigarros de cannabis e de tabaco ), que comprovadamente causam câncer.

RELAÇÃO COM ACIDENTES

Pesquisadores da Experimental Psychopharmacology Unit, Department of Neurocognition, Faculty of Psychology, Maastricht University, Holanda demonstram que usuários recentes de maconha tem a responsabilidade demonstrada nas colisões de três a sete vezes maior do que os não usuários.

Marisa Lobo é uma psicóloga, pós graduada em saúde mental, especialista em sexualidade humana,dependência química, cursos de entrevista motivacional, psicossomática, psicodiagnóstico, psicoterapia breve,arte terapia, bibliodrama aconcelhamento Pastoral e Teologia.

Estagiou, a convite do Governo dos Estados Unidos, na Mont Sinai Hospital, em New York, na Divisão Internacional de Atenção Primária a Saúde. Ministra cursos e palestras e possui experiência de mais de 13 anos em clinica e dependência química.Realizou estudos sobre depressão infantil, violência e abuso sexual na infância, depressão , síndrome da adolescência e todos os tipos de compulsão, vícios e suas conseqüências.

Idealizadora da feira evangélica Expocristo e coordenadora geral da campanha "Maconha Não" é casada com Jofran, frequenta a Igreja Batista do Bacacheri em Curitiba.

Por Pollyanna Mattos

Fonte: www.guiame.com.br/blogdovanelli.blogspot.com

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

Quando um Homossexual mata outro homossexual é crime de homofobia? HOMOSSEXUAL É DEGOLADO POR OUTRO HOMOSSEXUAL!

CRIME DE HOMOFOBIA E LATROCÍNIO EM CORUMBÁ - MS: HOMOSSEXUAL É DEGOLADO

Não, não é um crime de um Heterossexual contra o Homossexual. É um crime de DOIS HOMOSSEXUAIS contra OUTRO HOMOSSEXUAL.
 
Agora, pergunto: Quando um Homossexual mata outro homossexual é crime de homofobia, não é? Não!? Ué, homossexual não comete crime de homofobia? Alguém que transa com gay não é homossexual? Já sei, é "bi", não é? Então, alguém que, vez por outro come legumes é vegetariano, não é? Vai entender!A matéria está no Globo (G1) com o seguinte título: "Jovens degolaram professor, em MS, durante encontro sexual, diz polícia". Dizendo assim, fica parecendo que foi um crime comum.
 
O tal professor estava num relacionamento já por 3 anos com um rapaz de 20 anos. Então pergunto, também o professor era pedófilo? Alguém aí me explica qual era o homossexual, pois até que se mude o sentido de "homo", este quer dizer "mesmo", contraponde-se a "hetero", que quer dizer "outro". Então, vamos à matéria e vocês julguem por si mesmo.Se fosse um "hetero" quem cometesse o crime, talvez o G1 publicasse: "Crime de Homofobia".
 
Se fosse um evangélico: "Evangélico mata homossexual num encontro sexual" e assim por diante.....
 
_______________________Jovens degolaram professor em MS durante encontro sexual, diz polícia
 
Um dos suspeitos era ex-aluno e mantinha relações com a vítima, diz delegado.
 
Rapazes roubaram e trocaram carro por dinheiro e drogas na Bolívia.Um jovem de 20 e outro de 24 anos foram presos nesta quinta-feira (22) em Corumbá, município a 444 quilômetros de Campo Grande, suspeitos de matar e roubar um professor de 47 anos. Segundo o delegado Jeferson Rosa Dias, responsável pelo caso, o crime, ocorrido no último dia 14 de junho, foi premeditado e aconteceu durante um encontro sexual entre os três.Dias explica que o suspeito de 20 anos é ex-aluno da vítima. Os dois, segundo o delegado, mantinham relações sexuais com frequência desde 2008.
 
No dia do crime, o rapaz apresentou o comparsa para a vítima, que levou os dois até sua casa.De acordo com o delegado, um dos rapazes contou ter imobilizado o professor durante um momento de carícias. O outro, de acordo com Dias, deu uma facada no peito da vítima. O cabo quebrou e a lâmina ficou encravada.
 
O suspeito pegou outra faca e degolou o professor.Após o crime, os dois pegaram um home theater, um computador, celular, o carro da vítima e fugiram. “Eles levaram os objetos para a Bolívia e venderam por 300 gramas de cocaína e U$ 200 e disseram que receberiam mais dinheiro depois”, conta Dias.
 
O delegado pediu mandados de prisão temporária e busca e apreensão nas residências dos suspeitos. Somente o segundo foi deferido. Equipes da delegacia de Polícia Civil de Corumbá foram até os endereços, que ficam no Loteamento Pantanal. Por causa da droga encontrada eles foram presos em flagrante por tráfico e depois confessaram o homicídio.
 
Dias explica que o rapaz de 20 anos sabia que a vítima morava sozinha, tinha carro e aparelhos eletrônicos e acredita que o crime tenha sido premeditado.Foram encontrados somente o celular, 250 gramas de cocaína e o monitor do computador roubado.
 
Na próxima segunda-feira, de acordo com Dias, eles devem ser indiciados por homicídio doloso, quando há intenção de matar.
 
Fonte: G1
 
Fonte via: Sociedade Calvinista
 

Em torno da causa gay: não precisa de nova legislação!!!

Posted: 25 Jun 2011 01:52 PM PDT
Enviado por Ruy Fabiano -
25.6.2011
| 16h08m

POLÍTICA
Em torno da causa gay
Toda a campanha em favor da causa gay, e que orienta a aprovação do projeto de lei 122, em tramitação no Senado, parte de uma mesma premissa: haveria, no Brasil, um surto de homofobia – isto é, hostilidade e ameaça física aos gays.
A premissa não se sustenta estatisticamente. Os números, comparativamente aos casos gerais de homicídios anuais no país – cerca de 50 mil! -, são irrelevantes.
Segundo o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196 homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano.
Mais: não se sabe se essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou se o crime se deu entre elas próprias, por razões passionais, ou pelas razões gerais que vitimam os outros 49 mil e tantos infelizes, vítimas do surto de insegurança que abala há décadas o país.
Se a lógica for a dos números, então o que há é o contrário: um surto de heterofobia, já que a quase totalidade dos assassinatos se dá contra pessoas de conduta hetero.
O que se constata é que há duas coisas distintas em pauta, que se confundem propositalmente e geram toda a confusão que envolve o tema.
Uma coisa é o movimento gay, que busca criar espaço político, com suas ONGs e verbas públicas, ocupando áreas de influência, com o objetivo de obter estatuto próprio, como se opção de conduta sexual representasse uma categoria social.
Outra é o homossexualismo propriamente dito, que não acrescenta nem retira direitos de cidadania de ninguém.
Se alguém é agredido ou ameaçado, já há legislação específica para tratar do assunto, independentemente dos motivos alegados pelo agressor. Não seria, pois, necessário criar legislação própria.
Comparar essa questão com o racismo, como tem sido feito, é absolutamente impróprio. Não se escolhe a raça que se tem e ver-se privado de algum direito por essa razão, ou previamente classificado numa categoria humana inferior, é uma barbárie.
Não é o que se dá com o homossexualismo. As condutas sexuais podem, sim, ser objeto de avaliação de ordem moral e existencial, tarefa inerente, por exemplo (mas não apenas), às religiões.
Elas – e segue-as quem quer – avaliam, desde que existem, não apenas condutas sexuais (aí incluída inclusive a dos heterossexuais), mas diversas outras, que envolvem questões como usura, intemperança, promiscuidade, infidelidade, honestidade etc.
E não é um direito apenas delas continuar sua pregação em torno do comportamento moral humano, mas de todos os que, mesmo agnósticos, se ocupam do tema, que é também filosófico, político e existencial.
Assim como o indivíduo, dentro de seu livre arbítrio, tem a liberdade de opções de conduta íntima, há também o direito de que essa prática seja avaliada à luz de outros valores, sem que importe em crime ou discriminação. A filosofia faz isso há milênios.
Crime seria incitar a violência contra aqueles que são objeto dessa crítica. E isso inexiste como fenômeno social no Brasil. Ninguém discute o direito legal de o homossexual exercer sua opção. E a lei lhe garante esse direito, que é exercido amplamente.
O que não é possível é querer dar-lhe dimensão que não tem: de portador de direitos diferenciados, delírio que chega ao extremo de se cogitar da criação de cotas nas empresas, universidades e partidos políticos a quem fez tal opção de vida.
Mesmo a nomenclatura que se pretende estabelecer é falsa. A união de dois homossexuais não cria uma família, entendida esta como uma unidade social estabelecida para gerar descendência e permitir a continuidade da vida humana no planeta.
Casamento é instituição concebida para organizar socialmente, mediante estatuto próprio, com compromissos recíprocos, a geração e criação de filhos.
Como aplicá-lo a outro tipo de união que não possibilita o que está na essência do matrimônio? Que se busque então outro nome, não apenas para evitar confusões conceituais, mas até para que se permita estabelecer uma legislação que garanta direitos e estabeleça deveres específicos às partes.
Há dias, num artigo na Folha de S. Paulo, um líder de uma das muitas ONGs gays do país chegou a afirmar que a heterossexualidade não resultaria da natureza, mas de mero (e, pelo que entendi, nefasto) condicionamento cultural, que começaria já com a criança no ventre materno.
Esqueceu-se de observar que, para que haja uma criança no ventre materno, foi necessária uma relação heterossexual, sem a qual nem ele mesmo, que escrevia o artigo, existiria.
Portanto, a defesa de um direito que não está sendo contestado – a opção pelo homossexualismo – chegou ao paroxismo de questionar a normalidade (e o próprio mérito moral) da relação heterossexual, origem única e insubstituível da vida. Não há dúvida de que está em cena um capítulo psicótico da história.

Ruy Fabiano é jornalista

Posted: 25 Jun 2011 01:52 PM PDT
Enviado por Ruy Fabiano -
25.6.2011
| 16h08m

POLÍTICA
Em torno da causa gay
Toda a campanha em favor da causa gay, e que orienta a aprovação do projeto de lei 122, em tramitação no Senado, parte de uma mesma premissa: haveria, no Brasil, um surto de homofobia – isto é, hostilidade e ameaça física aos gays.
A premissa não se sustenta estatisticamente. Os números, comparativamente aos casos gerais de homicídios anuais no país – cerca de 50 mil! -, são irrelevantes.
Segundo o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196 homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano.
Mais: não se sabe se essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou se o crime se deu entre elas próprias, por razões passionais, ou pelas razões gerais que vitimam os outros 49 mil e tantos infelizes, vítimas do surto de insegurança que abala há décadas o país.
Se a lógica for a dos números, então o que há é o contrário: um surto de heterofobia, já que a quase totalidade dos assassinatos se dá contra pessoas de conduta hetero.
O que se constata é que há duas coisas distintas em pauta, que se confundem propositalmente e geram toda a confusão que envolve o tema.
Uma coisa é o movimento gay, que busca criar espaço político, com suas ONGs e verbas públicas, ocupando áreas de influência, com o objetivo de obter estatuto próprio, como se opção de conduta sexual representasse uma categoria social.
Outra é o homossexualismo propriamente dito, que não acrescenta nem retira direitos de cidadania de ninguém.
Se alguém é agredido ou ameaçado, já há legislação específica para tratar do assunto, independentemente dos motivos alegados pelo agressor. Não seria, pois, necessário criar legislação própria.
Comparar essa questão com o racismo, como tem sido feito, é absolutamente impróprio. Não se escolhe a raça que se tem e ver-se privado de algum direito por essa razão, ou previamente classificado numa categoria humana inferior, é uma barbárie.
Não é o que se dá com o homossexualismo. As condutas sexuais podem, sim, ser objeto de avaliação de ordem moral e existencial, tarefa inerente, por exemplo (mas não apenas), às religiões.
Elas – e segue-as quem quer – avaliam, desde que existem, não apenas condutas sexuais (aí incluída inclusive a dos heterossexuais), mas diversas outras, que envolvem questões como usura, intemperança, promiscuidade, infidelidade, honestidade etc.
E não é um direito apenas delas continuar sua pregação em torno do comportamento moral humano, mas de todos os que, mesmo agnósticos, se ocupam do tema, que é também filosófico, político e existencial.
Assim como o indivíduo, dentro de seu livre arbítrio, tem a liberdade de opções de conduta íntima, há também o direito de que essa prática seja avaliada à luz de outros valores, sem que importe em crime ou discriminação. A filosofia faz isso há milênios.
Crime seria incitar a violência contra aqueles que são objeto dessa crítica. E isso inexiste como fenômeno social no Brasil. Ninguém discute o direito legal de o homossexual exercer sua opção. E a lei lhe garante esse direito, que é exercido amplamente.
O que não é possível é querer dar-lhe dimensão que não tem: de portador de direitos diferenciados, delírio que chega ao extremo de se cogitar da criação de cotas nas empresas, universidades e partidos políticos a quem fez tal opção de vida.
Mesmo a nomenclatura que se pretende estabelecer é falsa. A união de dois homossexuais não cria uma família, entendida esta como uma unidade social estabelecida para gerar descendência e permitir a continuidade da vida humana no planeta.
Casamento é instituição concebida para organizar socialmente, mediante estatuto próprio, com compromissos recíprocos, a geração e criação de filhos.
Como aplicá-lo a outro tipo de união que não possibilita o que está na essência do matrimônio? Que se busque então outro nome, não apenas para evitar confusões conceituais, mas até para que se permita estabelecer uma legislação que garanta direitos e estabeleça deveres específicos às partes.
Há dias, num artigo na Folha de S. Paulo, um líder de uma das muitas ONGs gays do país chegou a afirmar que a heterossexualidade não resultaria da natureza, mas de mero (e, pelo que entendi, nefasto) condicionamento cultural, que começaria já com a criança no ventre materno.
Esqueceu-se de observar que, para que haja uma criança no ventre materno, foi necessária uma relação heterossexual, sem a qual nem ele mesmo, que escrevia o artigo, existiria.
Portanto, a defesa de um direito que não está sendo contestado – a opção pelo homossexualismo – chegou ao paroxismo de questionar a normalidade (e o próprio mérito moral) da relação heterossexual, origem única e insubstituível da vida. Não há dúvida de que está em cena um capítulo psicótico da história.

Ruy Fabiano é jornalista

Pró-vida Michele Bachmann anuncia candidatura para eleição presidencial nos EUA em 2012 (É fundamental a derrota de Barack Obama para diminuírmos a Imoralidade no mundo - Nota deste Blogger)

Pró-vida Michele Bachmann anuncia candidatura para eleição presidencial nos EUA em 2012



WATERLOO, Iowa, EUA, 27 junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma das estrelas mais resplandecentes do cenário pró-vida americano, a Dep. Michele Bachmann de Minnesota, anunciou oficialmente hoje que irá tentar derrotar Barack Obama em 2012 na chapa eleitoral do Partido Republicano.

Michele Bachmann
A deputada federal havia tornado pública sua decisão no começo deste mês durante um debate presidencial do Partido Republicano, mas guardou o pontapé oficial de lançamento para um discurso de segunda-feira de manhã em Waterloo, Iowa.

Bachmann, que cresceu em Iowa antes que sua família partisse para Minnesota quando tinha 12 anos, recordou as carinhosas memórias de infância que a conectam aos valores conservadores do estado.

“Precisamos mais de Iowa”, disse ela. “Precisamos mais de proximidade, mais famílias, mais amor uns pelos outros, mais preocupação uns pelos outros, mais da sensibilidade com a qual crescemos conhecendo e o orgulho que conhecíamos aqui. Pegar essa ideia de que não é tarde demais para os Estados Unidos”.

A deputada de três mandatos havia frisado suas credenciais pró-vida e pró-família por todo o período que conduziu ao lançamento oficial da campanha dela, e aqueles valores demonstraram ser um fator definidor em sua carreira política.

“A vida do bebê em gestação não é uma questão secundária. Essa questão é muito importante”, disse Bachmann, mãe de cinco e mãe adotiva de 23, no Rose Dinner de 2011 depois da Marcha pela Vida em janeiro. “É a questão que impacta mais do que qualquer outra como você enxerga as outras questões”.

No Congresso dos EUA, Bachmann tem estado na liderança das causas pró-vida. No começo deste ano, ela lutou por uma emenda de orçamento para eliminar as verbas para a Federação de Planejamento Familiar [a maior rede de clínicas de aborto dos EUA], e de forma incansável se opôs a medidas tapa-buraco de orçamento que arriscam ou omitem a linguagem de eliminação das verbas.

“Não deveríamos deixar nenhum mínimo centavo ir para a Federação de Planejamento Familiar”, Bachmann disse numa retransmissão via internet da Lista Susan B. Anthony em março, acrescentando que ela estava pronta para lutar “cara a cara” para defender a emenda que elimina as verbas.

Um sinal adicional do importante e crescente momento político dela chegou durante o final de semana na forma de uma pesquisa de opinião pública no jornal Des Moines Register dando apoio para Bachmann em 22 por cento, só um ponto atrás de Mitt Romney, ex-governador de Massachusetts. Bachmann havia também ficado em segundo lugar, atrás de Romney, depois do desempenho dela num debate do Partido Republicano em New Hampshire em 13 de junho.

Há uma expectativa de que tanto o presidente Obama quanto Sarah Palin, a ex-candidata a vice-presidente na chapa do Partido Republicano, visitarão Iowa na terça-feira. Palin disse que está visitando o crucial estado eleitoral para ver a estreia do documentário “Undefeated” (Invicta), que narra a própria história dela em Pella, Iowa.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com



Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Stephen Fuller, sociólogo, 'falou e disse': o darwinismo é a astrologia da ciência

Stephen Fuller, sociólogo, 'falou e disse': o darwinismo é a astrologia da ciência

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://sociologiareformacional.blogspot.com/2011/06/stephen-fuller-sociologo-falou-e-disse.html

EXEMPLO NACIONAL: Dr. Jeronymo Villas-Boas – ENTREVISTA AO FANTÁSTICO

No último dia 18, Jeronymo Villas Boas, juiz de Goiás, mandou anular a união estável de um casal gay. Em entrevista exclusiva ao Fantástico, o juiz falou sobre sua decisão e negou ser homofóbico.

A assinatura histórica, que se dependesse do casal homossexual que se casou em Goiás duraria para sempre, valeu por pouco mais de um mês. Odílio e Léo foram ao Rio de Janeiro fazer outra escritura de união estável. “Sim! E não há juiz nesse país que irá nos separar”, disse Léo, na cerimônia. A cerimônia se transformou em um protesto coletivo: 43 casais homossexuais firmaram compromisso em cartório, inclusive, Odílio e Léo.

Mas eles nem precisavam ter viajado. A corregedora de Justiça de Goiás Beatriz Figueiredo Franco anulou a sentença do juiz e deu validade ao primeiro documento assinado pelo casal. “Eu achei por bem tornar sem efeito a decisão, dado o alcance administrativo que esta significava”, diz a corregedora.

O Fantástico foi a Goiás encontrar o juiz Jeronymo Villas Boas que contrariou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de aceitar a união estável de pessoas de mesmo sexo. A equipe de reportagem chegou no momento em que ele recebia a notificação da corregedoria, revendo a sentença.

Saiba mais


Perguntado se não teria medo de uma punição, ele responde: “Medo não faz parte do meu vocabulário”. Mineiro de Uberaba, 45 anos, casado, pai de dois filhos e vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros. Jeronymo Villas Boas é juiz há 20 anos e diz que se baseou na lei para tomar sua decisão. “O que neste ato pretenderam os dois declarantes é obter a proteção do estado como entidade familiar. Os efeitos jurídicos que se extrairia disso são efeitos jurídicos de proteção da família. Eles não são uma família”, afirma.

Ele argumenta que se ateve ao conceito de família definido pela Constituição brasileira. “Declara no artigo 16 que constitui família o núcleo formado entre homem e mulher. E dá a esse núcleo uma proteção especial como célula básica da sociedade. Família é aquele núcleo capaz de gerar prole”.

Para o juiz, a união estável de pessoas de mesmo sexo contraria esse conceito constitucional. Na opinião dele, casais gays não teriam como constituir nem família nem estado. “Se você fizer um experimento, levando para uma ilha do Pacífico dez homossexuais e ali eles fundarem um estado, sob a bandeira gay, e tentarem se perpetuar como estado, eu acredito que esse estado não subsistiria por mais de uma geração”, argumenta.

A posição do juiz vai contra a interpretação do Supremo Tribunal Federal sobre o que é uma família. “O ministro-relator Ayres Britto disse que a Constituição apenas silencia e, portanto, não proíbe a união homoafetiva. Em linguagem poética, o relatório dele, aprovado por unanimidade, diz que família é um núcleo doméstico baseado no afeto e que os “insondáveis domínios do afeto soltam por inteiro as amarras desse navio chamado coração”.

Religião

Desde o ano passado, o juiz Jeronymo Villas Boas é também pastor da Igreja Assembleia de Deus, que frequenta toda semana. Para os que o acusam de fundamentalismo religioso, Jeronymo Villas Boas diz que já tomou decisões contra a sua própria igreja, negando pedidos de isenção de impostos. E afirma ter outras inspirações. “As pessoas, talvez, possam querer me criticar porque eu tenho uma forte influência marxista”, diz o juiz.

De Marx, o fundador do comunismo, a Martin Luther King, de quem tem um imenso painel. “O Martin Luther King foi um defensor da igualdade racial, mas também foi um defensor da família”, destaca. Em uma biblioteca contígua ao gabinete dele, Jeronymo mostra à equipe de Vinicius de Moraes, ao famoso ensaio do psicanalista Roberto Freire sobre o desejo, e até uma bíblia em hebraico. Diz que lê de tudo, sem preconceito. Mas não nega a influência de seus princípios religiosos. “A Constituição brasileira foi escrita sob a proteção de Deus. Querer que um juiz, que professa a fé evangélica, não decida questões que envolva conflitos, muitas vezes, de natureza política, social ou religiosa é negar a independência do juiz”, pondera.

E afirma que vai tomar a mesma decisão sempre que houver casos semelhantes. “Já solicitei de todos os cartórios que me remetam os atos que foram praticados a partir de maio deste ano para análise”, avisa. O repórter pergunta se ele sabe que irá enfrentar uma briga, e Jeronymo responde: “Não há problema. Se o juiz tiver medo de decidir, tem que deixar a magistratura. Juiz medroso ou covarde não tem condição de vestir a toga”.

Já quando perguntado sobre o que fará se for enquadrado pelos superiores, argumenta: “Eu tenho direito de defesa. Se me punirem sem o direito de defesa, nós entramos no regime de exceção”, afirma.

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, se diz perplexo com a atitude de Villas Boas. Para o ministro, nenhum juiz está acima das orientações do Supremo. “No meu modo de ver, a reiteração dessa prática por esse magistrado vai revelar a postura ostensiva de afronta à Suprema corte. Isso efetivamente vai desaguar em um processo disciplinar junto ao Conselho Nacional de Justiça”, alerta Fux.


FONTE: O GLOBO

Acesse: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/06/juiz-de-goias-que-anulou-uniao-de-casal-gay-nega-ser-homofobico.html




Rev. Jucelino Souza

Twitter: http://twitter.com/jucelinosouza
E-mail: jucelinosouza@facebook.com


Fonte: http://jucelinosouza.wordpress.com/2011/06/27/exemplo-nacional-dr-jeronymo-villas-boas-entrevista-ao-fantastico/

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com


Frente Evangélica apoia juiz Dr. Jerônymo Villas Boas

Parabéns pela Coragem, Caráter de lutar contra a promiscuidade: Myrian Rios dispara: "Eu tenho direito de não querer um homossexual como meu empregado"

Deputada católica Myrian Rios (RJ) discursa contra a PEC 23/2007 (uma espécie de PL 122 do Rio)
Myrian Rios dispara: "Eu tenho direito de não querer um homossexual como meu empregado"

Da Redação, com informações do Vírgula

Ex-atriz da rede Globo e atualmente deputada estadual, Myrian Rios causou polêmica na internet depois da divulgação de um vídeo em que ela se manifesta no plenário da (Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) a respeito da homossexualidade. A veterana chegou inclusive a relacioná-la a uma eventual prática de pedofilia durante seu discurso.

“Não sou preconceituosa e não discrimino. Só que eu tenho que ter o direito de não querer um homossexual como meu empregado, eventualmente”, disparou. “Por exemplo, digamos que eu tenha duas meninas em casa e a minha babá é lésbica. Se a minha orientação sexual for contrária e eu quiser demiti-la, eu não posso. O direito que a babá tem de querer ser lésbica, é o mesmo que eu tenho de não querer ela na minha casa. São os mesmos direitos. Eu vou ter que manter a babá em casa e sabe Deus até se ela não vai cometer pedofilia contra elas, e eu não vou poder fazer nada”, emendou.

“Se eu contrato um motorista homossexual, e ele tentar, de uma maneira ou outra, bolinar meu filho, eu não posso demiti-lo. Eu quero a lei para demitir sim, para mostrar que minha orientação sexual é outra”, comentou. “Eu queria que meus filhos crescessem pensando em namorar uma menina para perpetuar a espécie”, completou ela ao se manifestar contra a PEC 23/2007, que visa acrescentar a orientação sexual no rol das vedações à discriminação da Constituição do estado do Rio de Janeiro.
Assista ao vídeo sobre o polêmico discurso da deputada estadual e dê sua opinião:



Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2011/06/27/myrian-rios-dispara-eu-tenho-direito-de-nao-querer-um-homossexual-como-meu-empregado.jhtm
Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

domingo, 26 de junho de 2011

A “histórica” resolução gay que nunca foi o que pareceu

A “histórica” resolução gay que nunca foi o que pareceu


A “histórica” resolução gay que nunca foi o que pareceu
 
GENEBRA, Suíça, 23 de junho de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — “Direitos gays chegaram à ONU a partir de hoje”, proclamou uma elevada autoridade dos EUA durante uma reunião de apresentação de resumo dos fatos. A chefa dela, Hillary Clinton, chamou a aprovação da resolução como um “momento histórico” para indivíduos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros).
A referência delas era a uma resolução de caráter não obrigatório aprovada na sexta-feira passada por uma votação de 23 a 19 no Conselho de Direitos Humanos da ONU, o qual tem uma representação de menos que um quarto de todos os países membros da ONU. A resolução expressa “sérias preocupações” com os atos de violência e discriminação contra indivíduos com base na sua orientação sexual e identidade de gênero.
As declarações esbaforidas de que houve uma vitória histórica para os “direitos gays” foram feitas pelo governo dos EUA, pelos governos ocidentais, pelos meios de comunicação e pelos ativistas homossexuais. Tais declarações mascararam a verdade feia. O que realmente aconteceu foi que o rascunho de uma importante resolução que havia sido apresentada pela África do Sul passou por uma deformação até se transformar numa débil resolução adotada que meramente solicitava que um estudo fosse comissionado pelo Alto Comissário de Direitos Humanos da ONU.
A resolução realmente não mencionou indivíduos LGBT. Não fez nenhuma convocação em favor da aceitação de uma nova categoria de direitos humanos para a orientação sexual ou identidade de gênero, mas teve como foco apenas as “leis e práticas discriminatórias” e atos de violência.
As subsequentes afirmações sem base de uma vitória dos “direitos gays” eram de se prever para um movimento que tem como base termos enganadores e graves declarações inexatas acerca do direito internacional. O modo como os EUA e seus aliados lidaram com a questão da orientação sexual representa uma vulgaridade repetitiva para os observadores internacionais com relação ao projeto de direitos humanos positivista liberal.
Esse modo de agir começou quando, de modo deliberado, eles fizeram declarações distorcidas sobre o direito internacional na área de direitos humanos. Nesse caso, a Declaração Universal de Direitos Humanos foi reinterpretada para incluir os conceitos novos e não definidos de “orientação sexual” e “identidade de gênero”, uma iniciativa lançada por especialistas da ONU em 2006 com os Princípios de Yogyakarta. As questões muito separadas de atos sexuais versus inclinações ou pensamentos sexuais foram então deliberadamente integradas no conceito de orientação sexual. Ao fazer isso, os ativistas criaram um problema onde não existia nenhum problema — isto é, quando afirmaram que havia uma lacuna de proteção no direito internacional de direitos humanos com base na orientação sexual.
A Declaração Universal de Direitos Humanos e as leis criminais nacionais que protegem as pessoas contra violência já se aplicam a todas as pessoas, independente de sua situação. Não existe lei criminal em nenhum país que permite abuso com base na orientação sexual de uma vítima. Portanto, é ilusória a afirmação de que são necessárias novas leis contra discriminação para proteger indivíduos contra a violência. O maior patrocinador da resolução da ONU sem perceber revelou essa realidade em sua declaração antes da votação na semana passada: “Na África do Sul a não discriminação na base da orientação sexual é constitucionalmente garantida, mas ainda temos desafios relacionados a atos de violência contra indivíduos por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero”.
O arcebispo Silvano Tomasi de forma adequada colocou as questões em contexto em seu discurso de março no Conselho de Direitos Humanos da ONU:
Para os propósitos do direito na área de direitos humanos, há uma diferença crucial entre sentimentos e pensamentos, por um lado, e conduta, de outro. O Estado nunca deve punir um indivíduo, ou privar um individuo de desfrutar qualquer direito humano, com base apenas nos sentimentos e pensamentos desse indivíduo, inclusive pensamentos e sentimentos sexuais. Mas o Estado pode, e deve, regulamentar condutas, inclusive várias condutas sexuais.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
Artigos relacionados no Blog Julio Severo:
 

domingo, 19 de junho de 2011

Bancas de Mestrado do Curso de Direito Politico e Econômico - Titulo: Leituras do Justo e Injusto e da ordem na Epístola de Paulo aos Romanos. - Autor: Mário Cesar Carvalho Pinto

Bancas de Mestrado do Curso de Direito Politico e Econômico - Titulo: Leituras do Justo e Injusto e da ordem na Epístola de Paulo aos Romanos. - Autor: Mário Cesar Carvalho Pinto
Titulo: Leituras do Justo e Injusto e da ordem na Epístola de Paulo aos Romanos.
Autor: Mário Cesar Carvalho Pinto
Banca Examinadora:
Professor(a) Dr(a): Alysson Leandro Barbate Mascaro
Professor(a) Dr(a): Ari Marcelo Solon
Professor(a) Dr(a): Dora Alice Colombo

Data da Defesa: 20/06/2011

Hora: 09h

Local: UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
Rua da Consolação, 930 - Ed. João Calvino - 1º Andar - Sala 13
Fonte: http://www.mackenzie.br/bancas_direito_politico_me.html

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com / http://direitoreformacional.blogspot.com

Juiz anula união estável de casal homossexual. O magistrado contestou a decisão do Supremo, e disse que a Corte não tem competência para alterar normas da Constituição Federal.

Juiz anula união estável de casal homossexual. O magistrado contestou a decisão do Supremo, e disse que a Corte não tem competência para alterar normas da Constituição Federal.



Matéria postada no site http://fenasp.com/site/
Divulgação: http://direitoreformacional.blogspot.com e http://luis-cavalcante.blogspot.com