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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Roubando as liberdades civis: vacinações forçadas?

Klauber Cristofen Pires
Prezados,

Peço que leiam a notícia que segue, traduzida do site Fox News, assinada por Douglas Kennedy. Abaixo, apresento meu comentário.

Roubando as liberdades civis: vacinações forçadas?


Para Jennifer Workman, somente o próprio Deus comanda-a a proteger sua filha Madison, de oito anos.

"Eu sou uma procuradora do Senhor para esta criança", ela disse enquanto saía de sua casa de um andar em Lenore, Virgínia do Oeste, nesta segunda-feira. "E eu não vou permitir que ninguém me diga o que é melhor para a minha criança". Em 1999, a irmã mais velha de Madison desenvolveu autismo apenas uns poucos meses após receber imunizações obrigatórias pelo estado contra sarampo, caxumba e rubéola. "Logo após ela ter recebido suas vacinas infantis...seu desenvolvimento verbal...seu treinamento para usar o assento sanitário...tudo parou", ela disse.

E então dois anos atrás quando chegou a vez de Madison receber as suas imunizações, Workman disse não. Sua escola elementar em Lenore respondeu-a barrando Madison de assistir às aulas. E então começou uma batalha judicial de dois anos no estado da Virgínia do Oeste que pode muito bem determinar os limites dos direitos dos pais na América com relação a vacinas.

Workman diz que se sentiu chocada quando o diretor da escola disse que sua medison tinha de receber as aplicações. "Impotente", ela disse. "Eu quero dizer que não há nenhuma outra palavra para isto. Estou impotente. Sinto-me forçada". "Minha filha não é objeto de tutela do estado", ela explicou. "E eu deveria ser capaz de fzer estas escolhas por mim mesma", ela explicou. "A Advogada de Workman, Patricia Finn, é uma perita em casos de vacinação forçada e ela está ultrajada. "Este é um direito humano básico", ela disse. Ser capaz de decidir o que está sendo injetado em nossos corpos, nos corpos de nossos filhos", é tudo"

Infelizmente, no último dezembro, a 4ª Corte de Apelações (4th Circuit Court of Appeals) discordou, e Finn agora está prometendo levar o caso à Suprema Corte, se necessário. É um caso para a Primeira Emenda. É um caso para a Nona Emenda. isto é sobre liberdade básica, ela disse. A maioria dos estados, explicou Finn, têm uma "isenção religiosa" para imunizações, dando aos pais que não querem ver seus filhos vacinados uma dispensa. Virginia do Oeste e Mississipi, ela diz, são os únicos estados que não têm esta isenção. E o estado de Virgínia do Oeste está levando na linha dura com Workman.

Os promotores estaduais mantêm que as vacinas são seguras e que não há evidência que as liguem ao autismo. E alguns especialistas, incluindo a Dra Anita Chandra, diz que recusar as vacinas não apenas põe em perigo a sua criança, mas também outras crianças. "Também há o risco de espalhar a infecção às crianças que não estão imunizadas por causa da idade, ou que estão apenas parcialmente imunizadas porque elas ainda não receberam suas doses de reforço".

Chandra é uma porta-voz da Academia Americana de Pediatria, um grupo que defende a importância da vacinação infantil. Chandra diz que nós como uma sociedade temos a obrigação de garantir que todas as crianças sejam imunizadas. "É importante vacinar todas as crianças de modo a prevenir que a doença se espalhe entre a população", ela disse. "Se minha criança não é vacinada, e todas as outras crianças são vacinadas, como pode minha filha apresentar qualquer ameaça?", respondeu Workman. "Ela é a minha filha e este é um direito que eu deveria ter"


Comentário:

Frívolos como são os brasileiros, nada lhes custa zombar da crença religiosa da mulher protagonista deste caso para chamá-la de "fanática fundamentalista religiosa" e o escambau, mas o fato é que a discussão sobre as montanhas de dinheiro que os governos andam gastando com privilegiados laboratórios para submeter as populações a campanhas compulsórias de vacinação já está sendo levada seriamente em consideração por uma fatia considerável da sociedade norte-americana, ao mesmo tempo em que se questionam a eficácia e até mesmo a má-intenção contida nesta doses, sobre as quais pairam suspeitas de serem utilizadas com desvio de finalidade, isto é, para atingir outros objetivos de políticas públicas inconfessáveis.

Explico logo: aqui no Brasil, na última campanha de vacinação contra a rubéola, o governo federal gastou milhões e milhões para atender a uma doença que está praticamente extinta, e sobre a qual restam suspeitas consideráveis de conter agentes esterilizantes.

Ademais, toda a discussão coletivista esconde a questão vital para o debate: ora, quem sou eu se não posso evitar que o estado não inocule em mim qualquer coisa que queira, até mesmo se for para me matar? Isto não deve estar sob questão: políticas eugenistas foram levadas em efeito durante o século XX em vários países do mundo. Então o que há de impedir que o governante da hora esterilize as mulheres que considerar pobres ou ricas, negras ou brancas, religiosas ou de direita, etc? E a quem a natureza ou Deus delegou a missão de cuidar os nossos filhos se não a nós mesmos em primeiríssimo lugar? Quem sente no seu imo mais profundo o instinto maternal, a mãe ou o estado? Ora, se eu posso muito bem recusar, por exemplo, doar sangue ou meus órgãos, com muito mais razão posso rechaçar a inoculação de substâncias em meu corpo, bem como assim também á minha prole, que é a continuação da minha vida na terra.

Em nosso país, um assunto como este não irá ser tratado nos jornais tão cedo, e o povo, mugindo, vai querendo ou não para o abatedouro, digo, para o posto de vacinação. Que tristeza toma conta de mim ao dar-me conta que uma simples mãe americana tem mais a dizer sobre liberdade do que a maior parte da intelectualidade brasileira. Ah, e por ironia do destino, o sobrenome da Sra Workman traduz-se por "trabalhador"...


Divulgação: www.juliosevero.com





 

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