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quarta-feira, 4 de abril de 2012

48 anos depois: notas sobre a ditadura militar

48 anos depois: notas sobre a ditadura militar

http://historiareformacional.blogspot.com.br/2012/04/48-anos-depois-notas-sobre-ditadura.html
Dilma Roussef e Angela Merkel, às avessas


by O. Braga

Eu sempre defendi aqui, desde 2008, — e ao contrário de eminentes economistas, como Miguel Beleza — uma política controlada e limitada de quantitative easing no Euro.



No início da crise da dívida grega, Angela Merkel mostrou-se obstinada e vetou uma política de quantitative easing na zona Euro; porém, à medida que a crise grega se desenvolvia, Angela Merkel foi obrigada, a contragosto, a reconhecer que estava errada.



A verdade é que, ou o Euro é uma moeda exclusivamente alemã, e neste caso os outros países da zona Euro não estão lá a fazer nada; ou o Euro é uma moeda trans-nacional, e neste caso não deve servir só os interesses da Alemanha. O quantitative easing veio servir os interesses de todos os países do Euro, incluindo a França, e excepto a Alemanha.



Se o Euro não é só uma moeda alemã, o quantitative easing [emissão de moeda implicando um ligeiro aumento da inflação] é necessário, embora não na dimensão adoptada pelos Estados Unidos de Obama: nos Estados Unidos, estamos a falar de um exagero. Aliás, a política de quantitative easing do Euro está já a atingir o seu limite, ou seja, não será provavelmente continuada.



«Schwellenländer wie Brasilien haben angesichts der niedrigen Zinsen in den Industrieländern mit starken Geldzuflüssen zu kämpfen. Dadurch werden die Währungen dieser Staaten deutlich aufgewertet - was wiederum die Exporte verteuert und Importe aus dem Ausland verbilligt. Einige Schwellenländer haben als Reaktion darauf Einfuhrzölle erhöht, in Brasilien zum Beispiel für Autos. Rousseff erklärte dies mit der ihrer Meinung nach "künstlichen Abwertung von Währungen".»



via Finanzspritzen der EZB: Brasilien kritisiert Euro-Geldschwemme - manager magazin - Politik.



O quantitative easing implica uma desvalorização do Euro, o que significa uma valorização do Real brasileiro. Com a valorização do Real, o Brasil de Dilma aumenta as taxas de importação de produtos da União Europeia, por um lado, e exige a eliminação das taxas aduaneiras, nos países do Euro, para os produtos brasileiros, por outro lado. Ou seja, Dilma impõe à União Europeia aquilo que o Brasil não concede aos países da União Europeia. Fazer política desta maneira é muito fácil, porque o Brasil pratica uma política interna de quantitative easing controlada, mas depois vem criticar a mesma política nos outros espaços monetários.



A Angela Merkel que Dilma gostava era aquela que vetou o quantitative easing durante a crise grega [piri-piri no cu dos outros, é chupa-chupa]; mas esta Angela Merkel actual, que cedeu à pressão política dos outros países do Euro, já não agrada ao Brasil.

O. Braga
Domingo, 1 Abril 2012 at 12:05 pm
Tags: Angela Merkel, Dilma Roussef
Categorias: economia
URL: http://wp.me/p2jQx-aSY  
 
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quinta-feira, 22 de março de 2012

A Esquerda é anti-científica

A Esquerda é anti-científica
http://metodologiadoestudo.blogspot.com.br/2012/03/esquerda-e-anti-cientifica.html

Obama: provavelmente a maior fraude de legitimidade política de todos os tempos

Obama: provavelmente a maior fraude de legitimidade política de todos os tempos


by O. Braga

"Que Obama seja o “Presidente da Manchúria”, que por trás da súbita e misteriosa ascensão de um ilustre desconhecido ao comando da nação americana haja um vasto esquema de ocultação e manipulação, a maior fraude política de todos os tempos, é coisa que, no meu modestíssimo e louquíssimo entender, já nem se discute. Quem quer que ainda tenha dúvidas a respeito sofre de Síndrome do Piu-Piu em estado terminal."



via Teoria da Pura Coincidência.





No arquivo do hospital de Mombaça, ainda do tempo do Quénia como colónia inglesa, desapareceram os registos dos nascimentos das crianças nascidas durante a semana de 1961 em que Obama nasceu.

Nos Estados Unidos, os registos da Imigração relativos àquele mesmo período de tempo, desapareceram.

No Arquivo Nacional em Washington, os registos daquela semana de 1961, desapareceram.

Os registos, respeitantes a esse mesmo período de tempo em 1961, pertencentes às companhias aéreas que operavam entre os Estados Unidos e o Quénia, desapareceram.

Obama gasta um milhão de Euros em advogados para garantir a interdição do acesso ao documento original da sua certidão de nascimento.



Eu estou como os espanhóis que dizem que ¡Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay!.



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Ao liberalismo segue-se inexoravelmente um qualquer totalitarismo

Ao liberalismo segue-se inexoravelmente um qualquer totalitarismo


by O. Braga

"Que um fulano caia em plena rua fulminado. Culpa dele não ter dinheiro para um médico, não ter seguro de saúde, não poder pagar uma cama de hospital, não poder ser operado a um tumor, não poder pagar uns óculos."



via COMBUSTÕES: Esses liberais que não se calam.



Seria útil alguém, com propriedade, fazer a história do impacto progressivo [visto em slow motion, ao longo do tempo] que o liberalismo teve na progressão da cultura antropológica do Ocidente e desde o início do século XIX — porque o problema do liberalismo [a ética utilitarista de Bentham, John Adams, Stuart Mill, Ayn Rand, Hayek] não é só um problema de economia: é sobretudo o efeito que teve, pelo menos ao longo dos últimos 200 anos, sobre o processo de diferenciação na cultura antropológica a Ocidente, e em matéria de ética e de política.



Entramos na fase final e decadente do liberalismo, em que o individualismo utilitarista levado ao extremo transforma o simples desejo em “direito humano”.

“Que um fulano caia em plena rua, fulminado”, é um problema de capacidade de avaliação de um “estado de coisas” [John McDowell, 1995]. O conteúdo das razões externas para agir moralmente é constituído por verdades morais assumidas pelo agente moral [o cidadão comum] que não necessitam de mais nada, nem sequer do desejo subjectivo. Quando um fulano cai fulminado, em plena rua, as razões para agir são do domínio da percepção objectiva desse “estado de coisas”, e não resulta de uma deliberação racional do agente.



Quando um cidadão vê “um fulano, caído em plena rua, fulminado”, e passa ao lado com indiferença em relação a este estado de coisas — esta acção do cidadão não decorre da falta de inteligência ou da falta de raciocínio do cidadão; o que falta ao cidadão é a capacidade de sensibilidade moral que só a educação lhe poderia ter dado. Se extrapolarmos o exemplo do estado de coisas do “fulano que cai em plena rua, fulminado”, para uma miríade de outras situações possíveis de acção moral na sociedade, podemos vislumbrar o enorme problema da acção progressiva das ideias liberais na nossa sociedade, e ao longo do tempo.



Aquilo a que o Papa Bento XVI chama de “barbárie”, não é o resultado da acção de gente com fraca capacidade de raciocínio. Em vez disso, é a incapacidade de sensibilidade moral que aumenta progressivamente à medida em que o liberalismo utilitarista “progride” na cultura antropológica. E verificamos hoje, mesmo em cidades pequenas e cada vez mais, acções de barbárie perpetrados por gente inteligente.

Por exemplo, um médico meu amigo contou-me como uma jovem foi fazer um aborto “grátis” a um hospital público, e confrontada com o TAC do feto, exclamou: “Ai que giro!!!”. E depois, abortou. Não se trata de estupidez: trata-se da incapacidade de sensibilidade moral que a sua educação não supriu [Aristóteles]. A jovem foi absolutamente incapaz de ver o que a situação exigia de si mesma.



Quando “um fulano cai em plena rua, fulminado”, uma pessoa que não tenha desenvolvido sensibilidade moral, olha para a cena de maneira neutra, ou com curiosidade, ou de maneira divertida [“ai que giro!!!”] : essa pessoa não entende a cena como solicitando ou exigindo a sua intervenção. Não podemos dizer que essa pessoa percebe a aflição do “fulano fulminado” e a urgência de intervir nesse “estado de coisas” ; mas também não podemos dizer que essa pessoa não deseja agir. Na realidade, essa pessoa apenas não vê ou não se apercebe da aflição do fulano fulminado nem a urgência do “estado de coisas”.



O estado de barbárie para onde caminhamos paulatinamente teve na sua origem o liberalismo entendido como sistema ideológico. E este liberalismo ideológico engloba, por exemplo, o liberalismo de Passos Coelho e o de Francisco Louçã: são ambos farinha do mesmo saco. As diferenças entre os dois são corruptelas ideológicas consentâneas com a necessidade de adequações ao Zeitgeist. E tanto um, como o outro, transformaram os “direitos humanos” em uma política. Ora, “os direitos humanos não são uma política” [Marcel Gauchet, 1983].



A bandeira dos “direitos humanos” parece ser um sintoma da “incapacidade de conceber um futuro diferente para esta sociedade” [idem]. Começam a criar-se “direitos humanos” que nunca existiram; inventam-se novos “direitos humanos”, todos os dias. Todos os desejos subjectivos assumem, agora, a forma de “direitos humanos”. Entramos na fase final e decadente do liberalismo, em que o individualismo utilitarista levado ao extremo transforma o simples desejo em “direito humano”.



A defesa liberal da emancipação individual em relação ao poder das tradições [seja a de Passos Coelho, seja a de Francisco Louçã] é acompanhada pelo aumento da tutela da organização burocrática, em que a afirmação da singularidade inquestionável das pessoas concretas é acompanhada pela sua equivalência abstracta em um anonimato generalizado — ou seja, o surgimento da “sociedade atomizada”, de que nos falou Hannah Arendt —, em que o reconhecimento social de toda a espécie de direitos e de liberdades tem como contraponto o retraimento narcísico dos indivíduos e o seu desinteresse pela coisa pública.



A omnipresente encenação da liberalização dos costumes — seja da parte de Passos Coelho ou de José Pacheco Pereira, seja da parte de Francisco Louçã ou de Manuel Alegre — encobre a propensão para um mimetismo, um conformismo e um seguidismo sem precedentes. Ao liberalismo segue-se inexoravelmente um qualquer totalitarismo.



O. Braga
Segunda-feira, 19 Março 2012 at 10:21 am
Tags: direitos humanos, liberalismo, neoliberalismo, Política, utilitarismo
Categorias: ética, cultura, economia, politicamente correcto, Sociedade
URL: http://wp.me/p2jQx-aLA  
Divulgação: http://cultura-calvinista.blogspot.com/

quinta-feira, 15 de março de 2012

TEMPOS APOCALÍPTICOS por Paulo Brossard - foi deputado federal pelo Rio Grande do sul, Ministro da Justiça e Ministro do STF comenta sobre a retirada de crucifixos do Poder Judiciário Gaúcho com a "ordem da ONG de Lésbicas". (Editor do Blog Cultura Calvinista: Próximo passo dos pederastas, tirar DEUS da Constituição Federal e transformar o Brasil em uma nova Sodoma e Gomorra Petista e Esquerdista!)

TEMPOS APOCALÍPTICOS por Paulo Brossard - foi deputado federal pelo Rio Grande do sul, Ministro da Justiça e Ministro do STF comenta sobre a retirada de crucifixos do Poder Judiciário Gaúcho com a "ordem da ONG de Lésbicas". (Editor do Blog Cultura Calvinista: Próximo passo dos pederastas, tirar DEUS da Constituição Federal e transformar o Brasil em uma nova Sodoma e Gomorra Petista e Esquerdista!)


Acesse o texto no link abaixo:
http://direitoreformacional.blogspot.com/2012/03/tempos-apocalipticos-por-paulo-brossard.html

quarta-feira, 14 de março de 2012

Abaixo-assinado APOIO AO SERVIÇO DE CAPELANIA EVANGÉLICA

Abaixo-assinado APOIO AO SERVIÇO DE CAPELANIA EVANGÉLICA












A Secretaria Presbiterial da UPH (União Presbiteriana de Homens) do PROP (Presbitério Oeste Paulistano da Igreja Presbiteriana do Brasil) na pessoa do seu Secretário Presbiterial da UPH - Presbítero Luis Cavalcante, solicita o apoio de todos os cristãos e pessoas do bem para o ABAIXO-ASSINADO em favor do Serviço de Capelania Evangélica e a Intolerância Nazista e Evolucionista dos Militantes Gays contra o trabalho de amor, carinho, apoio moral e espiritual da Capelania Evangélica aos pacientes e doentes espalhados por diversos hospitais, realizado sem nenhum tipo de acepção de pessoas.









Abaixo-assinado APOIO AO SERVIÇO DE CAPELANIA EVANGÉLICA









Para:Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Gov. do Estado de São Paulo





(...)





http://cultura-calvinista.blogspot.com/2012/03/abaixo-assinado-apoio-ao-servico-de.html  

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Mulher suicida em Atenas

Não estou optimista

by O. Braga

Mulher suicida em Atenas
Quem anda hoje nas ruas das maiores cidades portuguesas sente o retrocesso económico de Portugal ao período após o terramoto económico e social do PREC [Processo Revolucionário em Curso]; retirem da equação social certos gadgets tecnológicos — por exemplo, telemóveis, Internet e computadores — e o ambiente social é hoje semelhante ao de finais dos anos 70.
O progresso económico e social de Portugal, verificado nas décadas de 80 e 90, foi destruído por 10 anos de Euro e ao serviço dos interesses do directório europeu [aka, Alemanha].
A grande responsabilidade da verdadeira catástrofe social a que assistimos hoje cabe à classe política portuguesa, que colocou o povo português de cócoras. Não podemos culpar o povo por ter votado mal, porque não existiam — não existem, nem podem existir dentro do actual sistema político — alternativas às ofertas protagonizadas pela classe política. A democracia portuguesa entrou num rotativismo semelhante ao da monarquia constitucional de finais do século XIX.
A III república falhou.

Parece-me que a Grécia vai sair do Euro e vai ser atirada para a idade da pedra. Uma saída do Euro causará um retrocesso económico e social da Grécia para a década de 60 do século passado; estamos aqui a falar de uma redução de cerca de 70% do actual nível económico grego. Se a Grécia não tivesse entrado no Euro estaria, com toda a certeza, muitíssimo melhor do que está hoje. Porém, o problema que se coloca aos gregos é o de que, mesmo não saindo do Euro, o decréscimo do nível económico e social dos gregos não andará longe dos 50% — com a agravante de a Grécia entregar a sua soberania à Alemanha. É provável que a democracia grega esteja em perigo.
Embora a nossa classe política continue em estado de negação e a atirar areia para os olhos dos portugueses, o nosso problema é semelhante ao grego: a Alemanha irá pressionar Portugal para “sacar a massa”, e de tal forma que voltaremos ao tempo da agricultura de subsistência [o tempo do quintal com as batatas para fazer a sopinha] dos anos 60 e 70.
Estou convencido de que os números da nossa economia estão a ser manipulados e cozinhados pela classe política; não acredito que Portugal tenha tido apenas 1,5% de crescimento negativo em 2011, porque um crescimento negativo de 1,5% não teria as consequências que verificamos no aumento geométrico da criminalidade, de pedintes, de gente na rua que me pede 1 Euro, por exemplo, para dar 1 litro de leite ao filho. Mesmo em tempo de crise económica, a classe política da III república continua a ludibriar os portugueses.
O Euro dividiu a Europa, em vez de a unir. Isto é um facto insofismável, e só um burro não vê. Agora, é o tempo de apanhar os cacos; é o tempo da Pátria.

O. Braga | Quinta-feira, 16 Fevereiro 2012 at 10:06 am | Tags: Alemanha, Euro, Grécia, União Europeia | Categorias: Europa | URL: http://wp.me/p2jQx-ajC

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A Direita na Europa é um sistémico erro de casting (No Brasil é o mesmo caminho)

A Direita na Europa é um sistémico erro de casting

by O. Braga

Falar em “Direita da Europa” é um eufemismo.
Os protagonistas mais conhecidos da Direita na Europa dos últimos dez anos são Angela Merkel, Sarkozy, Berlusconi, Cameron, e agora o espanhol Rajoy. Em Portugal, temos como sendo de "direita", Passos Coelho do Partido Social Democrata, e Paulo Portas do CDS/PP.
Sobre Berlusconi, estamos conversados: os factos falam por si.
Sobre Sarkozy: é a direita sociológica francesa que lhe impõe a agenda política, e não o contrário. Sarkozy é um molusco político que se adapta à direita sociológica francesa; é um invertebrado sem ideias próprias que se cola ao ideário de Le Pen para garantir vitórias em eleições.
David Cameron pertence a uma espécie híbrida; de tipo equidna, ou ornitorrinco. É uma anormalidade política, comparável ao português Paulo Portas. É um “conservador” que defende o “casamento” gay, o aborto e a eutanásia.
Sobre Mariano Rajoy ainda não temos muita informação porque foi eleito há dois meses para primeiro-ministro de Espanha. Para já, podemos dizer que Rajoy e o húngaro Viktor Orbán são actualmente os primeiro-ministros mais conservadores da Europa.
O português Passos Coelho tem muito em comum com a alemã Angela Merkel: ambos foram militantes de Partidos Comunistas na respectivas juventudes. E sobre Angela Merkel, a informação disponível é verdadeiramente sinistra.
Angela Merkel não foi apenas militante de base do Partido Comunista alemão da defunta RDA: foi líder de organizações comunistas! A descrição dos dados biográficos de Angela Merkel que podemos ler aqui — para além de poder dar a volta ao estômago de qualquer pessoa bem formada — é extremamente preocupante e revela o estado da Direita na Europa. E o maior problema é o de que a alternativa a esta Direita é a Esquerda que pouco difere da Direita: “vira o disco, e toca o mesmo”.



Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

domingo, 12 de fevereiro de 2012

O Problema do "Centro Político" (Direto da Europa)

O problema do “centro político”by O. Braga
«In contrast to his principal opponent in the upcoming presidential elections, socialist François Hollande, Sarkozy told Le Figaro that he is “not favorable” to homosexual “marriage,” because it “opens the door to adoption.”»
Há meses vi uma entrevista a Tony Blair, na Fox News, em que o ex-PM britânico afirmou que “procurava sempre o centro político”. A procura do “centro político” caracteriza a Terceira Via e o sincretismo ideológico seguido como paradigma pelos socialistas fabianos depois da queda do muro de Berlim; mas não só: uma das herdeiras do bilionário Rothschild criticou publicamente, há cerca de um ano, Barack Obama alegadamente por este se ter “desviado do centro”. O centro e o sincretismo políticos são os modelos teóricos da política contemporânea que influenciam até a direita europeia, que de conservadora tem muito pouco.
O que significa a procura do centro político?
Por exemplo, quando a esquerda radical começou a defender a legalização do “casamento” gay para depois poder ter acesso às crianças através da adopção, o centro político institui o PACS francês, a união-civil em Inglaterra, ou a união-de-facto em Portugal, que substituíam o casamento para os gays. Portanto, o “centro político” é sinal de “compromisso político”.
Porém, à medida que a esquerda radicaliza, mais e mais, as suas posições, o tal “centro político” vai desviando a sua posição relativa em direcção à esquerda radical, e ficamos confrontados com a situação de vermos hoje o partido conservador britânico de David Cameron defender o “casamento” gay. E ainda assim, os centristas continuam convencidos de que estão no centro...
Podemos imaginar um cenário que não é inverosímil a médio/longo prazo: o Bloco de Esquerda poderá passar a defender as ideias do “eticista” Peter Singer do “direito” da mãe matar o filho recém-nascido, ou seja, defender a descriminalização do infanticídio até à idade de um ano da criança. Podemos constatar aqui uma radicalização política com efeitos éticos objectivos — como aliás aconteceu com a descriminalização e posterior legalização do aborto. Qual seria a posição “centrista” e politicamente sincrética, nestas circunstâncias de radicalização política esquerdista?
Provavelmente, o “centro político” reagiria às propostas radicais da legalização do infanticídio do Bloco de Esquerda mediante a comutação da pena de prisão da mãe assassina, ou seja, a infanticida apanharia apenas pena suspensa: é uma solução centrista, sincrética e de compromisso com os radicais de esquerda. E, através do “progresso da opinião pública”, poderíamos ver, então, até o CDS/PP a defender a ideia de que a mãe assassina merece a nossa compaixão e que não deveria ser condenada a pena de prisão.
A existência do “centro político” baseado em um paradigma político sincrético e maçónico, e não baseado em princípios éticos escorados em valores, tem como consequência o invariável resvalar desse “centro político”, e ao longo das gerações, em direcção às posições mais radicais. Neste sentido, o “centro político” é apenas um instrumento da estratégia de acção política radical entendida a médio e/ou longo prazo.

O problema do “centro político” (2)

by O. Braga

Quando Barack Hussein Obama proíbe a liberdade de objecção de consciência da Igreja Católica --- e dos fiéis católicos --- em relação à contracepção, e sobretudo em relação à pílula abortiva do dia seguinte, Obama pretendeu, com o maquiavelismo que o caracteriza, rotular a Igreja Católica Apostólica Romana de “radical”.
Foi esta a estratégia de Obama que se revelou suicida, e por uma simples razão: o que está realmente em causa é a 1ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos, independentemente da opinião de Obama e da sua entourage esquerdista radical acerca da Igreja Católica. Não é a Igreja Católica que está em discussão e em causa com a decisão radical de Obama, mas antes é a garantia das liberdades prevista pela 1ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos.
Vemos, neste caso, como a radicalização de posições por parte da Esquerda obamista pode justificar a atribuição do rótulo de “radical” a quem sempre foi coerente com as suas posições. Radicalizando à Esquerda, Obama passa a dizer que a Igreja Católica é “radical”, quando em boa verdade, quem radicalizou, foi Obama.
Quando Obama destruiu, com a sua acção política e legislativa, a 1ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos, abriu a possibilidade de ele próprio e a sua entourage poder vir a ser perseguida politicamente no futuro. Aliás, passa não ser impossível que Obama acabe por ir parar à prisão.

O. Braga | Sexta-feira, 10 Fevereiro 2012 at 8:00 pm | Tags: barack obama, obama | Categorias: ética, cultura, Obamacrimes, Política | URL: http://wp.me/p2jQx-afj


Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Eles acreditam que todos os meios como a corrupção, mentira, etc... justificam os fins...

Eles acreditam que todos os meios como a corrupção, mentira, etc... justificam os fins...

Evangélicos conservadores na mira do PT. (Sem dúvida, nenhum cristão verdadeiro, espiritual e piedoso deve ter envolvimento com o PT e os Esquerdistas. Eles são profundamente sodomitas, pederastas e acreditam que todos os meios como a corrupção, a mentira, etc...justificam os fins. O PT é uma ameaça a verdadeira ética e moral. Usam o dinheiro público para patrocinar tudo aquilo que é contrário aos princípios bíblicos e cristãos da vida e da família - Prof. Luis Cavalcante).

http://luis-cavalcante.blogspot.com/2012/01/evangelicos-conservadores-na-mira-do-pt.html

PT PREPARA OPOSIÇÃO À IGREJA EVANGÉLICA. O QUE VOCÊ ESPERAVA, BOBÃO? Por Reinaldo Azevedo

PT PREPARA OPOSIÇÃO À IGREJA EVANGÉLICA. O QUE VOCÊ ESPERAVA, BOBÃO? Por Reinaldo Azevedo
http://luis-cavalcante.blogspot.com/2012/01/pt-prepara-oposicao-igreja-evangelica-o.html